The Germs foi uma banda de punk rock formada em 1977 em Los Angeles, Estados Unidos.
Seu compacto de 1977, "Forming/Sexboy" é atribuído como a primeira gravação de punk rock de
Los Angeles.
O grupo era formado pelo vocalista Darby Crash, o guitarrista Pat Smear,
baixista Lorna Doom e pelo baterista Don Bolles.
Eles gravaram vários compactos e, em 1979, gravaram o álbum (GI),
o único album de estúdio da banda.
Eles encerraram suas atividades em 1980, devidos aos excessos de Crash, viciado em drogas. Darby Crash suicidou-se nesse mesmo ano através de uma overdose
"planejada" de heroína, juntamente com sua namorada, Casey "Cola" Hopkings.
A nota de suicídio afirmara ter feito um "pacto de morte" com Casey, que acabou sobrevivendo.
The Germs se desfez após o suicídio de Darby Crash em 07 dezembro de 1980.
Sua música foi influente para muitos outras bandas de punk rock .
Pat Smear passou a ter maior notoriedade tocando com Nirvana e Foo Fighters .
Após a realização do único disco em estúdio, (GI), o The Germs gravou seis canções originais com o lendário produtor Jack Nitzsche para a trilha sonora do filme, Cruising (de 1980), estrelado por Al Pacino. Lorna compôs uma das canções. Apenas "Lion's Share," que finaliza o LP da Columbia aparece sendo interpretada pelo grupo no filme, durante a cena de um assassinato num clube de Nova Iorque.
As outras composições gravadas não apareceriam até 1988, quando quatro faixas foram mostradas ao público, gravadas no famoso último show do grupo em Starwood em 1980.
As sessões para Cruising foram finalmente distribuidas oficialmente no CD
"(MIA):The Complete Recordings."
Os X são uma banda de punk rock, norte-americana, formada em 1977, em Los Angeles, Califórnia. Considerada umas das bandas mais importantes deste movimento, nos EUA, nunca atingiriam, no entanto, o grande público. Também ficaram conhecidos pelo dueto vocal de seus líderes e principais compositores, John Doe e Exene Cervenka,
algo incomum para bandas punk da época.
Os X surgiram em 1977, em Los Angeles, pela mão de John Doe (verdadeiro nome: John Duchac; baixista e compositor), sua esposa Exene Cervenka (nome verdadeiro: Christine Cervenka; vocais), Billy Zoom (guitarra) e D.J. Bonebrake (bateria), e foram apadrinhados por Ray Manzarek, dos The Doors, que fez a produção do primeiro álbum Los Angeles, em 1980.
Os álbuns seguintes Wild Gift, de 1981, e Under the Big Black, de 1982, demonstram a força e energia do seu som, que mistura hard rock a country e punk. Em 1983, lançam novo álbum, More Fun in the New World, com um som mais comercial. Este álbum não é bem recebido pelos fãs dos primeiros álbuns, mas recebe boas críticas da revista Rolling Stone, ganhando novos seguidores.
Paralelamente, o grupo tinha outro projecto musical de country e folk, denominado The Knitters, formado pelos mesmos membros dos X, excepto, Billy Zoom, que é substituído por Dave Alvin, dos The Blasters, e por Johnny Ray Bartel. Em 1985, gravam Poor Little Critter in the Road.
Em 1986, após o lançamento de Ain't Love Grand, Zoom deixa a banda, e é substituído por Tony Gilkyson, dos Lone Justice. Com este novo membro, o grupo lança o seu álbum mais pesado, See How We Are, em 1987. No ano seguinte, gravam o álbum ao vivo Live at the Whisky a Go-Go, e suspendem os seus trabalhos até 1993.
Neste período, Doe e Cervenka divorciam-se, e lançam trabalhos a solo. Cervenka com Old Wives Tales (1989) e Running Sacred (1990). Esta também colabora com Lydia Lunch e Wanda Coleman, como poeta e narradora. Doe edita Meet John Doe, em 1990.
A par da carreira de músico, John Doe trabalhou como actor em vários filmes, dos quais se destacam "Salvador", de Oliver Stone; Border Rádio e Sugar Town, de Allison Anders; Great Balls of Fire (biografia de Jerry Lee Lewis); The Good Girl, de Miguel Arteta; Boogie Nights, de Paul Thomas Anderson; e Roadside Prophets, filme independente, com a participação de Adam Horovitz, dos Beasty Boys. Na televisão, entrou em diversos episódios de Roswell.
Em 1993, os X regressam com um novo álbum, Hey Zeus!, que não atinge o nível dos anteriores, e leva a novo período de trabalhos a solo. John Doe grava Unclogged, em 1995.
Os X também participaram em filmes como The Decline of Western Civilization (um documentário sobre o fenômeno punk, de 1981), Urgh! A Music War (1981) e X: The Unheard Music (história dos X, de 1986).
Em 2005, os X comemoraram 25 anos de carreira, editando Live In Los Angeles em DVD e CD. Em 2006-2007, a banda teve sua música "Los Angeles" presente no jogo Guitar Hero Encore: Rocks the 80's, sendo esta uma das canções mais difíceis do jogo.
Em 2011, os X abriram os shows do Pearl Jam no Brasil.
Discografia
Álbuns
Los Angeles, (1980)
Wild Gift, (1981)
Under the Big Black Sun, (1982)
More Fun in the New World, (1983)
Ain't Love Grand!, (1985)
See How We Are, (1987)
Hey Zeus!, (1993)
Merry Xmas From X (2009)
Ao vivo
Live at the Whisky a Go-Go, (1988)
Unclogged, (1995)
Live in Los Angeles, (2005)
Compilações
Beyond and Back: The X Anthology, (1997)
The Best: Make the Music Go Bang!, (2004)
X no Allmusic (em inglês)
Raspberries foi uma banda de power pop norte-americana de Ohio, formada no ano de 1970 pelos membros fundadores Eric Carmen, Wally Bryson, Jim Bonfanti e John Aleksic. No final do mesmo ano este último integrante deixa a banda, sendo substituído por Dave Smalley. Esta é a formação clássica que, segundo o Allmusic, "cortou as pretensões épicas e a pomposidade do rock dos 70s com o orgulho de recuperar o espírito e a simplicidade do pop clássico, recordando o auge da era da invasão britânica, requintadamente trabalhada com melodias e harmonias dolorosamente lindas". Seu maior sucesso foi "Go All The Way", atingindo a posição #5 nas posições da revista Billboard.
1970-1971: Início
Em 1970 Eric Carmen (guitarra, vocal, piano), Wally Bryson (guitarra), Jim Bonfanti (bateria) e John Aleksic (baixo), provenientes das bandas de Cleveland The Choir e Cyrus Erie se reúnem para formar o Raspberries. A pretensão deste novo grupo era a de captar a sonoridade das bandas The Beatles, The Beach Boys, The Who, Small Faces, The Rolling Stones, The Kinks, The Byrds e outras similares, que fizeram sucesso nos EUA em meados da década de 60. John Aleksic deixou a banda no final do mesmo ano e o trio remanescente passou a tocar todos os domingos num clube local, o Agora. De acordo com o Allmusic "com seus cabelos curtos, roupas combinando e sonoridade similar à dos Beatles, a banda seguia em oposição direta à mentalidade hard rock de Cleveland, mas bastaram alguns shows para se tornarem uma das mais populares da cidade". Próximo ao Agora gravaram uma primeira demo com as músicas "I Saw The Light", "Come Around And See Me", "Please Let Me Come Back Home" e "Oh Tonight", nos estúdios Agency. A partir de 1971 outro integrante do The Choir se junta ao grupo após voltar do Vietnam, o guitarrista Dave Smalley, que faz sua primeira apresentação com o Raspberries em 5 de maio de 1971. Como o substituído era baixista, coube a Eric Carmen assumir o instrumento. Após uma série de shows em Kent, a banda já estava abrindo os shows de Chuck Berry em Columbus e Cleveland. Por esta época o produtor Jimmy Lenner recebe a fita com as demos gravadas no Agency e se impressiona, organizando uma audiência com sete grandes gravadoras pela posse da banda, que assina com a Capitol.
1972-1973: Raspberries, Fresh, Side 3
Todos os quatro discos da banda passaram a ser produzidos por Jimmy Lenner. O primeiro disco do Raspberries, homônimo, lançado em 1972, apresentava em sua capa um adesivo raspável com fragrância de framboesa (fruta que nomeia o grupo) e continha o primeiro single lançado por eles, a balada "Don't Want To Say Goodbye", que chegou na posição #90 segundo o site oficial da banda. O segundo single lançado, "Go All The Way", catapultou a banda à posição #5 e lhes rendeu um disco de ouro. Seguiu-se uma turnê por todo os EUA, gravando no mesmo ano seu segundo disco, Fresh, no Record Plant de Nova Iorque e apenas quatro meses após seu debut. Os singles provenientes deste disco, "I Wanna Be With You" e "Let's Pretend", chegam respectivamente às posições #16 e #35. Em conexão com o lançamento de "Let's Pretend", a Capitol e a revista Star propõem o sorteio de um veículo conhecido como Raspberries Rollswagen, um peculiar veículo cor de framboesa que reúne características de Fusca e Rolls-Royce. Após uma pequena turnê pela Europa, com shows na França e Alemanha, e aparições em vários programas da TV americana, em 1973, a banda volta para os estúdios Record Plant para gravar o LP Side 3. A capa do disco lançado foi curiosamente cortada para dar ao produto o formato de uma caixa lotada de framboesas. A sonoridade está mais pesada, como atestam os singles de "Tonight", "I'm a Rocker" e "Ecstasy". Em 26 de Setembro do mesmo ano tocam no Carnegie Hall e adquirem mais notoriedade ainda; porém o disco lançado não atinge nem a posição número #100 em vendas e as tensões criativas já presentes acabam por retirar Jim Bonfanti e Dave Smalley de cena.
1974-1975: Starting Over, fim
No lugar de Smalley e Bonfanti, junta-se ao grupo o baixista Scott McCarl e outro ex integrante do Cyrus Erie, o baterista Michael McBride. Começam incessantes turnês pelos Estados Unidos, calibrando o som e apresentando os novos integrantes. Gravam Starting Over e conhecem John Lennon nos mesmos estúdios, surgindo até rumores de que o ex Beatle ajudou nas mixagens do álbum. No mesmo período a banda toca no Central Park por ocasião de um evento gratuito organizado por Lennon e Harry Nilsson. Starting Over sai em 1974, aclamado pela revista Rolling Stone como um dos melhores discos do ano e contendo "Overnight Sensation (Hit Record)", que fica em #18 nas cartas da Billboard. Anos depois, em 1990 e em edição especial, a Rolling Stone a inclui numa lista dos 100 melhores singles. 1975 começa com um show no mesmo Agora em que iniciaram as apresentações. Wally Bryson sofre uma lesão no ombro e cai fora, deixando o grupo como um trio. O guitarrista da banda Rainbow Canyon, Billy Hanna, é chamado para as datas finais de suas turnês, sendo a última apresentação ao vivo no dia 19 de abril em Scranton, Pensilvânia. Pouco depois o trio se separa. Eric Carmen sai em carreira solo, lançando a balada "All by Myself"; enquanto Wally Bryson posteriormente resolve montar o Fotomaker no final daquela década.
Década de 90 - 2000-2007: Reconhecimento, retorno, reunião, Live on Sunset Strip
Com o passar dos anos o legado de gravações da banda se tornava lendário para os fãs de seu tipo de música. Em 1991 a Capitol lança a coletânea Capitol Collectors Series e em 1996 a gravadora inglesa RPM lança dois volumes em CD, intitulados Power Pop, com as gravações completas dos seus quatro discos de estúdio e notas históricas de Ken Sharp. No mesmo ano é lançado o tributo Preserved, com The Rubinoos, Off Broadway e outras bandas. O legado acaba por reunir a banda, que utiliza-se de uma frase para resumir seu retorno "Eles disseram que nunca iria acontecer... eles estavam errados". Voltam em 2000 sem Carmen para a gravação de um EP intitulado Refreshed. Em 2004 já estão com a formação mais consagrada do grupo na ativa novamente, com Eric Carmen, Wally Bryson, Jim Bonfanti e Dave Smalley. Os primeiros shows foram numa casa recém inaugirada, o Cleveland House of Blues, em 26 de novembro e na virada do ano. Partem em 2005 para se apresentar em cidades como Chicago, Denver, Nova Iorque e Atlantic City. Aparecem na VH1 de TV por uma hora com um especial que inclui entrevistas e uma versão acústica de "I Wanna Be With You". Encerram a turnê novamente na House of Blues. Em 2006 preparam e lançam em 2007 seu primeiro disco ao vivo, Live on Sunset Strip, gravado em Los Angeles.
Discografia
Raspberries (1972) - Capitol Fresh (1972) - Capitol Side 3 (1973) - Capitol Starting Over (1974) - Capitol
Álbuns ao vivo
Live on Sunset Strip (2007) - Rykodisc
EPs
Refreshed (2000) - Legendstar
Tributo
Preserved (1996) - Ginger
Coletâneas
Raspberries' Best - Featuring Eric Carmen (1976) - Capitol Lil' Bit of Gold EP (1988) - Rhino Capitol Collectors Series (1991) - Capitol Power Pop Volume One (1996) - RPM Power Pop Volume Two (1996) - RPM The Very Best of The Raspberries (2002) - Cherry Red Raspberries Greatest (2005) - Capitol
Bibliografia
Larkin, Colin (1997). The Virgin Encyclopedia of Seventies Music. Virgin / Muze Inc, página 349. ISBN 0-7535-0154-6.
Bachman-Turner Overdrive (freqüentemente conhecida como BTO) é um grupo de rock canadense de Winnipeg, Manitoba, que lançou uma série de álbuns e singles na década de 70. O nome da família Bachman é pronunciado "back-man", pronúncia que a própria banda usa. A pronúncia alternativa como "bok-man", especialmente na rádio americana, é tão difundida que a banda não a corrige mais e ambas as pronúncias tornaram-se aceitas. O autor de horror-ficção, Stephen King, inspirou-se no nome da banda para seu pseudônimo Richard Bachman. Brave Belt foi a banda precursora de BTO, formada em 1971 por Randy Bachman e Chad Allan, ambos ex integrantes de The Guess Who, e o baterista Robin "Robbie" Bachman. Essencialmente, Randy estava produzindo o álbum para Allan; ele e Robbie proviam boa parte do trabalho instrumental. Quando requisitados pela gravadora para uma turnê, Randy convidou seu colega baixista/vocalista de Winnipeg C.F. "Fred" Turner para se juntar às atuações agendadas da banda. O primeiro álbum de Brave Belt, que levava o nome da banda, não obteve sucesso nas vendas, e Chad Allen deixou a banda logo após o início da tour. Por não haver um líder vocal de prontidão para substituir, Turner foi convidado a ser um membro de tempo integral e liderar o vocal para a gravação de Brave Belt II em 1972. Brave Belt II também falhou em alcançar sucesso nas paradas, e em 1972 a tour de suporte ao álbum foi cancelada na metade. Mas a influência de Turner já podia ser notada, conforme a banda migrava de um puro rock-country para um som mais pesado, caracterizado pelo peso da guitarra e pela voz forte e áspera de Turner. Chad Allan aparece como vocalista em duas faixas de Brave Belt II, mas estava essencialmente fora da banda para qualquer turnê. Durante esse período, Tim Bachman foi agregado ao grupo como um segundo guitarrista pois a banda sentira sua formação de apenas 3 integrantes restritiva. Firmaram novo acordo com a Mercury Records, a qual Randy Bachman se referiu como tiro de sorte: Após sua fita demo ser rejeitada 26 vezes, Bachman estava preparado para dizer para os outros membros da banda que não seria mais possível manter seus salários, "e eles teriam que arrumar os temidos empregos comuns".Mas o destino tomou outro rumo - em Abril de 1973, Charlie Fach da Mercury Records retornou ao seu posto após uma viagem a França para encontrar em sua mesa uma pilha de fitas demos ainda não tocadas. Querendo começar do zero, jogou todas as fitas numa lata de lixo, exceto uma, que caiu no chão fora da lata. Fach então pegou a fita e notou o nome Bachman nela. Lembrou-se de ter conversado com ele no ano anterior e de ter dito a Bachman que se alguma vez produzisse uma demo para mandá-la a ele. Enquanto tocava a primeira faixa, "Gimme Your Money Please," Fach telefonou para Bachman para dizer que queria contratar a banda. Até o momento a fita demo da banda ainda se chamava Brave Belt III. Fach convenceu a banda de que um novo nome era necessário; e apostava no reconhecimento do nome dos membros da banda. A banda já havia cogitado a hipótese de usar seus nomes de família. No caminho de volta de uma atuação em Toronto, ao notarem uma revista de caminhões chamada Overdrive numa loja Windsor, Turner escreveu "Bachman-Turner Overdrive" e as iniciais "B.T.O." em um guardanapo. O resto da banda decidiu que o acréscimo de "Overdrive" era a maneira perfeita de descrever sua música. BTO lançou seu álbum auto intitulado em Maio de 1973. O álbum estorou nos E.U.A. por cidades litorâneas como Detroit e Buffalo, e permaneceu nas paradas por muitas semanas apesar da falta de um verdadeiro "single". Este foi o precurso de seu eminente sucesso.
Estouro e Sucesso
O segundo álbum, Bachman-Turner Overdrive II, foi lançado em dezembro do mesmo ano e se tornou sucesso nas paradas nos E.U.A. e Canadá. Este também rendeu dois de seus mais conhecidos singles, "Let it Ride" e "Takin’ Care of Business". Randy já havia escrito o escopo de "Takin’ Care of Business" oito anos antes como "White Collar Worker" ainda no The Guess Who, mas a banda sentiu que aquele não era seu tipo de música. Ela reapareceu no repertório de BTO durante shows de suporte ao primeiro álbum, por vontade de Randy, "para dar a Fred Turner a chance de descansar a voz". Randy ouvira um dia antes DJ Johnny Jane dizer 'We're takin' care of business on C-Fox radio', e decidiu inseir a frase "takin' care of business" no coro onde estava previamente "white collar worker". Tim Bachman deixou a banda no início de 1974, logo após o lançamento de Bachman-Turner Overdrive II. Há diferentes versões sobre as razões de sua saída. Muitos afirmam que ele deixou a banda por assuntos pessoais e de estilo de vida... que estava para se casar e/ou queria estudar engenharia de som e produção. Mas em uma entrevista em 2002, o irmão Robbie disse "Ele foi basicamente convidado a sair. Ele não era calibre para o BTO era difícil contar com ele. Acho que a banda estava conflituosa com sua vida". Durante a turnê de suporte para o BTO II, Tim foi substituído por Blair Thornton, que havia participado da banda de Vancouver, Crosstown Bus. O primeiro álbum com a formação modificada, Not Fragile de 1974, tornou-se um grande sucesso e alcançou o 1º lugar nas paradas americanas e canadenses. O álbum incluía o single "You Ain’t Seen Nothing Yet" que alcançou primeiro lugar nas paradas, e "Roll On Down the Highway", favorita em uma rádio americana de rock'n roll. A banda continuou firme na produção de álbuns bem sucedidos em meados dos anos 70, incluindo Four Wheel Drive e Head On (ambos em 1975). Cada um desses álbuns produziu um single: "Hey You" (from Four Wheel Drive) e "Take it Like a Man" (from Head On). Esta última conta com a participação de Little Richard no piano. Head On também inclui a composição de Randy Bachman, "Lookin' Out for #1," que garantiu considerável sucesso nas estações de rock tradicional e de "soft" rock.
Decadência
A primeira coletânea de BTO, Best of BTO (So Far), foi lançada em 1976 e trazia canções de cada um dos cinco primeiros álbuns de estúdio da banda. “Freeways” (1977), foi o último álbum em que participou Randy Bachman, antes de deixar a banda para formar o Iron Horse junto com Tom Sparks e Chris Leighton. Apesar de o Bachman-Turner Overdrive ter perdido a sua alma, a banda continuou, reduzindo definitivamente seu nome para as siglas B.T.O.. Jim Clench substitui Randy, e gravam álbuns sem muita repercussão como “Street Action” (1978) e “Rock n´ Roll Nights” (1979). Em 1980, o B.T.O. deixaria de existir. Randy publicaria vários discos solo, antes de voltar de novo com a banda, em meados dos anos 80, agora composta por Randy, Tim, C. F. Turner e o ex-batera do guess Who, Garry Peterson, e gravaram o bom “Bachman-Turner Overdrive” (1984). O batera Robbie Bachman, por sua vez, com o nome B.T.O., começou a tocar pelos EUA, o que ocasionou brigas com seu irmão. Posteriormente, solucionados os problemas e unificada a banda, Randy voltou a deixar a banda para prosseguir sua carreira solo, sendo substituído por Randy Murray, que continua a tocar com seus companheiros até os dias de hoje.
Discografia
Álbuns de estúdio
1973 Bachman–Turner Overdrive Bachman–Turner Overdrive II 1974 Not Fragile 1975 Four Wheel Drive Head On Gold 1977 Freeways 1978 Street Action 1979 Rock n' Roll Nights 1984 Bachman–Turner Overdrive 2010 Bachman & Turner
Ao vivo
1977 BTO Live - Japan Tour 1986 Live! Live! Live! 1994 Best of Bachman–Turner Overdrive Live 1997 Motorcity Detroit USA Live 1998 King Biscuit Flower Hour: Bachman–Turner Overdrive
Compilações
1976 Best of BTO (So Far) 1983 You Ain't Seen Nothing Yet 1986 BTO's Greatest Gold 1993 The Anthology 1996 Trial by Fire: Greatest and Latest 1998 Takin' Care of Business Takin' Care of Business (Album) 2000 20th Century Masters: The Millennium Collection: The Best of Bachman–Turner Overdrive 2001 The Very Best of Bachman–Turner Overdrive 2005 Bachman–Turner Overdrive Gold
Singles
1973 "Blue Collar" "Let It Ride" 1974 "Takin' Care of Business" "Roll on Down the Highway" "You Ain't Seen Nothing Yet" 1975 "Hey You" 1976 "Gimme Your Money Please" "Take It Like a Man" "Lookin' Out for #1" "Down to the Line" 1977 "My Wheels Won't Turn" "Shotgun Rider" 1978 "Down the Road" 1979 "Jamaica" "Heartaches" 1984 "Service with a Smile" "For the Weekend " 1996 "The House of the Rising Sun"
Sylvester James (Los Angeles, 6 de setembro de 1947 - São Francisco, 16 de Dezembro de 1988) foi um cantor estadunidense. Ele é o responsável pelo grande sucesso "You Make Me Feel (Mighty Real)" gravado em 1978, faixa do álbum "Step II" (pela Fantasy Records), e que foi número 1 da Billboard club hits. Outro sucesso seu, "Dance (Disco Heat)". Embora o barítono fosse a tessitura natural de sua voz, ficou famoso por dominar excepcionalmente a técnica do falsete, com a qual gravou seus maiores sucessos. Gay assumido, fazia performances como drag queen, por vezes sendo chamado de "Rainha da discoteca". No início de 1987, revelou que era portador do HIV. Tendo sido criado em uma Igreja evangélica quando criança, respondeu, quando questionado se pensava que a doença era algum castigo de Deus por sua vida homossexual, afirmou:
“Eu não acredito que a AIDS seja ira de Deus. As pessoas tem a tendência de culpar Deus por tudo.”
Ficou aos cuidados da amiga de longa data Jeanie Tracy até o fim da vida. Faleceu em 16 de dezembro de 1988, aos 41 anos, em decorrência da AIDS.
Discografia
1973 Sylvester and the Hot Band 1974 Bazaar (performance de Sylvester & The Hot ba 1977 Sylvester 1978 Step II 1979 Stars 1980 Sell My Soul 1981 Too Hot To Sleep 1982 All I Need 1983 Call Me 1984 M-1015 Gravadora: Megatone 1986 Mutual Attraction
Álbuns gravados ao vivo
1979 Living Proof
Compilações
Mighty Real 1979 Sylvester's Greatest Hits: Nonstop Dance Party 1983 12 By 12 1985 Immortal 1989
Singles
1973 "Southern Man" (performance de Sylvester & The Hot Band) 1977 "Down, Down, Down" 1978 "Dance (Disco Heat)"You Make Me Feel Mighty Real 1979 "I (Who Have Nothing)" 1980 "You Are My Friend" 1981 "Here is My Love" 1982 "Do Ya Wanna Funk" (Patrick Cowley featuring Sylvester) 1983 "Hard Up" 1984 "Stargazing" 1985 "Take Me to Heaven" 1986 "Living for the City" 1987 "Mutual Attraction"
Secret Service foi uma banda sueca dos anos 70 E 80. Em 1979, Ola Håkansson, ex-vocalista do grupo Ola & the Janglers e então um publicitário da Sonet Records, juntou-se a Tim Norell e Ulf Wahlberg para escreverem algumas canções, que mandaram para o Melodifestivalen, um popular festival de canções sueco. Eles não venceram, mas resolveram continuar trabalhando juntos e mudaram o nome de Ola+3 para Secret Service. Ao lado de Ola Håkansson (vocal), Tim Norell e Ulf Wahlberg (teclados), a formação original incluiu Tony Lindberg (guitarra), Leif Paulsen (baixo) e Leif Johansson (bateria). Norell escreveu com Håkansson a maioria das canções da banda, no entanto não apareceu com eles no palco ou nas capas dos discos. O primeiro compacto do Secret Service, "Oh Susie" se tornou um sucesso na Suécia e vários outros países da Europa e na América Latina. O álbum de mesmo título incluiu "Ten O'Clock Postman", ganhou disco de ouro na Escandinávia. Outros sucessos se seguiram, como "Flash in the Night" (1982) e "Cry Softly", alcançando as primeiras posições em toda a Europa continental. Em meados dos anos 80 Norell e Håkansson começaram a escrever e produzir canções para outros artistas. O dueto de Ola Håkansson com a ex-ABBA Agnetha Fältskog, "The Way You Are", ganhou o compacto de ouro na Suécia. Em 1987, Håkansson, Norell e Wahlberg lançaram Aux Deux Magots, seu último disco como Secret Service. Os demais membros deixaram a banda e foram substituídos pelo multi-instrumentista Anders Hansson e o baixista Mats A. Lindberg. Hansson se tornaria parceiro de Håkansson e Norell no que seria conhecido como O Megatrio, um equivalente sueco do Stock-Aitken-Waterman. Em 1992, Håkansson e seus sócios estabeleceram a Stockholm Records como uma joint-venture da PolyGram. Eles produziram bandas como Army of Lovers e The Cardigans, entre outros.
Membros
Ola Håkansson - vocal Ulf Wahlberg - teclados Tonny Lindberg - guitarra Leif Paulsén - baixo Leif Johansson - bateria
Discografia
Oh Susie , 1979 Ye Si Ca , 1980 Flash in the Night, 1981 Cutting Corners, 1982 Jupiter Sign, 1984 When the Night closes in, 1985 Aux deux Magots, 1987 Top Secret - Greatest Hits, 2000
O grupo “Eruption” foi formado em 1974 em Londres pela vocalista Precious Wilson,
o guitarrista Greg Perrineau, o baixista Morgan Perrineau, o tecladista Gerry Williams e o baterista Eric Kingsley.
Wilson nasceu na Jamaica e se mudou com sua família para a Grã-Bretanha com 7 anos de idade.
Os outros membros da banda vieram de diferentes partes do Caribe e da África.
Em 1975, sua conquista na Inglaterra trouxe a gravadora RCA Soul Search Contest , que gravou seu primeiro single
“Let Me Take Your Back in Time” (1976) figuraram com destaque nas paradas Soul.
Em 1977, Boney M’s. “produtor Frank Farian levou o grupo Eruption sob sua responsabilidade
e assinou com a gravadora alemã Hansa Records. A musica “I Can’t Stand the Rain” de
1978 foi um grande sucesso internacional, chegando a posição cinco no Reino Unido e 18 nos EUA
(que era o seu único Top 40 EUA entrada). O sucesso foi selada com “One Way Ticket”,
que foi para posição 9 no Reino Unido no ano seguinte. Precious Wilson deixou o grupo em 1980 para seguir carreira solo
e foi substituída por Kim Davies. Eruption se desfez em meados dos anos 80 e Wilson é o único membro da
formação
original que ainda está ativa. Embora bem-sucedida como artista solo,
às vezes faz turnê sob o nome de
Eruption com seu novo grupo.
Guru Guru é uma banda de Krautrock alemão formada em 1968 por Mani Neumeier (bateria) e Uli Trepte (baixo)
e Jim Kennedy (guitarra), mais tarde substituído por Ax Genrich Kennedy, compondo assim a formação clássica do grupo.
Guru Guru estavam relacionados com a cena do free jazz tanto através de seu trabalho com a pianista suíça Irène Schweizer, como por seu líder, Neumeier, que já ganhou vários prêmios de jazz. A banda também foi influenciada por músicos de rock como Jimi Hendrix, Frank Zappa, The Who, Rolling Stones e os álbuns da fase inicial do Pink Floyd .
Entre as bandas próximas do Guru Guru estão o Amon Düül II, Can e Xhol Caravan,
com as quais o grupo participou de diversas jam sessions .
O frontman, Mani Neumeier (baterista e vocalista), tem um estilo original de tocar, e é muito conhecido na cena do jazz rock europeu. Ele também estava envolvido em vários outros projetos, como Tiere der Nacht, The Psychedelic monsterjam, Network de Damo Suzuki, Globe Unity Orchestra, Harmonia, Acid Mothers Guru Guru, VoodooTrance e Lover 303 .
Discografia
1970 UFO
1971 Hinten
1972 Känguru
1973 Guru Guru
1973 Don't Call Us, We Call You
1974 Dance of the Flames
1974 Der Elektrolurch(2 LP)
1975 Mani und seine Freunde
1976 Tango Fango
1977 Globetrotter
1978 Live (2 LP)
1979 Hey du
1981 Mani in Germani
1983 Mani Neumeiers neue Abenteuer (aka Guru Mani … )
1987 Jungle
1988 Guru Guru 88
1988 Live 72
1992 Shake Well – MC
1993 Shake Well
1995 Wah Wah
1996 Mask (limited edition)
1997 Moshi Moshi
1999 Live 98 (3 CD - Set, also on 2 LP)
2000 2000 Gurus
2003 Essen 1970
2005 In the Guru Lounge
2007 Wiesbaden
1972
2008 PSY
2009 Live on tour
2008
2009 Wiesbaden
1973
2011 Doublebind
Public Image Ltd, também referida como P.I.L. ou PIL, foi a banda de Johnny Rotten após o término de sua banda anterior, os Sex Pistols, uma das mais conhecidas dos primeiros tempos do punk rock. John Lydon (ex-Johnny Rotten) formou o PIL juntamente com o guitarrista Keith Levenne (ex-Clash), o baixista Jah Wooble e o baterista David Crowe. Em 1978 lançaram o compacto "Public Image" e logo depois o LP também chamado de Public Image. Então David Crowe saiu da banda e começou um rodízio de bateristas durante as gravações do próximo disco.
Edição original de Metal Box.
Em 1979 foi lançado o disco divisor de águas, Metal Box, disco triplo vendido numa caixa de metal de filmes. Após conflitos internos (a banda era extremamente preguiçosa e não ensaiava nem fazia shows regularmente), o baixista Jah Wooble saiu e deixou um vácuo para a banda. Após sua saída foi lançado em 1981 o disco Flowers of Romance, disco ácido e experimental. Então Keith Levenne também saiu da banda por conflitos com John. Em 1984, gravaram This is What you Want... This is What you Get, apresentando um som mais comercial indo em direção à pop music e a dance music. Em 1986, John reformulou o PIL e lançou o disco Album, Compact Disc ou Cassete dependendo do formato da mídia, do qual saiu seu maior sucesso, a canção "Rise". O último álbum da banda That What is Not de 1992, incliu um sample da música do Sex Pistols "God Save the Queen" na qual a voz do então jovem Lydon canta as palavras, "No future, no future...". Lydon terminou com o grupo um ano depois, após a Virgin Records se recusar a financiar a turnê do álbum, que foi financiada pelo próprio Lydon. A banda é precursora do pós-punk e mistura diferentes estilos como punk rock, new wave, música experimental, hip-hop entre outros.
Discografia
First Issue 1978 Metal Box 1979 Flowers of Romance 1981 This is What you Want... This is What you Get 1984 Album 1986 Happy? 1987 9 1989 That What is Not 1992
Álbuns ao vivo e compilações
Second Edition (reedição de Metal Box, 1979) Paris au Printemps Ao vivo, 1980 Live in Tokyo Ao vivo, 1983 Commercial Zone Pirata, 1983 The Greatest Hits, So Far Coletânea, 1990 Box Box Set, 1990 Plastic Box Box Set, 1999 Public Image/Second Edition (2003)
Singles
"Public Image" (1978) "Death Disco" (1979) "Memories" (1979) "Flowers of Romance" (1981) "This Is Not a Love Song" (1983) "Bad Life" (1984) "Rise" (1986) "Home" (1986) "Seattle" (1987) "The Body" (1987) "Disappointed" (1989) "Warrior" (1989) "Don't Ask Me" (1990) "Cruel" (1992)
Captain & Tennille é uma dupla musical pop norte-americano formado por Daryl Dragon e Toni Tennille. A dupla se conheceu na cidade de San Francisco (1971) indo trabalhar na Banda The Beach Boys. Em seguida formaram o conjunto "The Dragons". Contratados pela gravadora "A&M Records", lançaram seu único sucesso com o título "Love Will Keep Us Together". Receberam Grammy Awards em 1975.
Blue Magic é um quinteto norte-americano de R&B e soul formado em junho de 1973 na Filadélfia. O grupo era composto por Theodore Mills, Keith Beaton, Wendell Sawyer, Vernon Sawyer e Richard Pratt. A banda notabilizou-se não só por sua performance vocal, mas também pela sua admirável coreografia. O Blue Magic é um dos principais grupos da chamada "Philadelphia Soul", uma variante da soul music norte-americana que teve como principais nomes Harold Melvin & The Blue Notes, The Delfonics, The Intruders, The O'Jays, The Spinners, The Stylistics e The Three Degrees. Produzido pelo veterano Norman Harris e contando com o suporte da banda de estúdio MFSB (do selo Philadelphia International Records), logo em seu álbum de estréia, lançado em fevereiro de 1974 e que leva o nome da banda, o Blue Magic chegou ao quarto lugar na parada de R&B da Billboard, com canções como "Sideshow" (Top 10 nas 100 mais da Billboard), "Stop To Start", "Just Don't Want To Be Lonely", "Look Me Up" e "Spell". Ainda naquele ano, o Blue Magic voltou a fazer sucesso com o single "Three Ring Circus", que faria parte do álbum "The Magic Of The Blue", de 1975. Naquele mesmo ano, foi lançado "13 Blue Magic Lane", com destaque para a canção "Chasing Rainbows". Os álbuns seguintes foram bem-recebidos pela crítica especializada, mas não tiveram o mesmo sucesso comercial dos anteriores e o grupo afastou-se das paradas norte-americanas. A derrocada veio na década seguinte, quando Ted Mills e Richard Prattos, os dois principais vocalistas do Blue Magic, deixaram a banda por razões religiosas. Mesmo assim, o grupo voltou a gravar, mas sem o mesmo êxito da década de 1970. "It's Like Magic", "Land Of Make-Believe" e "Romeo And Juliet" foram algumas das músicas desta fase oitentista do Blue Magic.
Membros
Theodore Ted "Wizard" Mills - vocal (deixou o grupo para seguir carreira solo perto do final dos anos 80. Keith "Duke" Beaton – tenor (ainda no grupo) Wendell Sawyer – barítono (ainda no grupo) Vernon Sawyer – tenor, barítono. (ainda no grupo) Richard Pratt - baixo. (deixou o grupo em 1981) Wade Elliott – vocalista (integrou-se ao grupo na década de 1980 e ainda no grupo)
Canções notáveis
Sideshow Stop to Start Three Ring Circus Spell Greatful I Just Don't Want To Be Lonely Look Me Up It's Like Magic (When You Came) Chasing Rainbows Welcome To The Club See Through Tear It Down In the Rain What's Come over Me The Oscar From out of the Blue Sweet Woman Looking for a friend Summer Snow The Loneliest House On The Block Magic Of The Blue Love Has Found Its Way To Me Secret Lover Haunted (By Your Love) You Won't Have To Tell Me Goodbye
Discografia
Blue Magic (1974) Magic Of The Blue (1975) Thirteen Blue Magic Lane (1975) Live (1976) - Com Margie Joseph e Major Harris Mystic Dragons (1976) Message From The Magic (1977) Welcome Back (1981) Magic # (1983) From Out Of The Blue (1989) Blue Magic - Greatest Hits (1990) My Magic is Real (1995) The Best of Blue Magic: Soulful Spell (1996)
America é uma banda britânica de folk rock muito popular no início e meio dos anos 1970 e agora mais conhecida por seus sucessos como "A Horse With No Name" e "Sister Golden Hair." Embora eles não fossem muito aceitos pelos críticos, a banda teve excepcional sucesso comercial na venda de seus dois singles e álbuns. Apesar de cantores consagrados como James Taylor e Rod Stewart fazerem parte da Warner Brothers Records o grupo que mais vendeu discos neste selo na década de 70 foi America.
Gerry Beckley, Dan Peek e Dewey Bunnel eram três americanos muito jovens, que na época em que foram descobertos (por Jerry Lordan), em 1970, viviam em Londres. Seu som acústico, quieto, causou surpresa e fascínio. O America teve dois grandes hits internacionais seguidos, 'A Horse With No Name' e 'I Need You', ambos tirados de America, seu primeiro álbum, de 1971. Com este álbum, venceram o Grammy de banda revelação de 1972. A música do America, então, era uma versão refinada (não melhor, porém) do folkanglo-americano de Crosby, Stills & Nash. Beckley, Peek e Bunnel tocavam e cantavam imitando (talvez não intencionalmente) Neil Young. Até meados dos anos 70, pelo menos, America foi um nome sólido, com álbuns acima da média e hits de médio impacto, como 'Tin Man' e 'Sister Golden Hair'. No Final dos anos 90, o America, com a mesma formação, ainda estava ativo, vivendo de suas antigas glórias.
America (1971) Homecoming (1972) Hat Trick (1973) Holiday (1974) Hearts (1975) History: America's Greatest Hits (1975) Hideaway (1976) Harbor (1977) America Live (1977) Silent Letter (1979) Alibi (1980) A View from the Ground (1982) The Last Unicorn (trilha sonora, 1982) Your Move (1983) Perspective (1984) In Concert (1985) Encore: More Greatest Hits (1991) Ventura Highway & Other Favorites (1992) Hourglass (1994) King Biscuit Flower Hour (1995) Human Nature (1998) Highway 30 Years of America (box set, 2000) Holiday Harmony (2002) The Grand Cayman Concert (2002) Complete Greatest Hits (2002) Here And Now (2007)
Stiff Little Fingers é uma banda punk fundada nos anos 1970 na Irlanda do Norte. A vida em Belfast era dura e eles viviam fazendo covers de artistas famosos até surgir o movimento punk. Inspirado pela letra Stiff Little Fingers, da banda The Vibrators - "If it wasn't for your stiff little fingers/ nobody would know you were dead" - lado B do compacto "London Girls", nascia o Stiff Little Fingers abandonando o provisório e previsível nome The Fast. A banda contava com Jake Burns (vocais e guitarra); Henry Cluney (guitarra); Gordon Blair (baixo) e Brian Faloon (bateria). Em novembro de 1977 conheceram o jornalista Gordon Ogilvie, do Daily Express, que os incentivou a escrever canções próprias e que retratassem a vida de Belfast. Jake topou e em 12 dias veio com "Suspect Device" e "Wasted Life" As duas canções mostravam a pena firme de Jake, que misturava temas políticos com angústias pessoais, com refrões inesquecíveis e uma pegada punk forte. Gordon acabaria se tornando o empresário do grupo: "estava procurando publicidade até que um dia Gordon veio conversar comigo. Fomos tomar uma cerveja e perguntou se tínhamos empresário. Disse que não e perguntou se poderia nos ajudar. Aceitei." Além de Gordon, Colin McClelland comprou a causa do grupo e arranjou um estúdio para que pudessem gravaras duas músicas. Resolveram editar 350 cópias pela gravadora de Ogilvie e começaram a distribuição, sem nenhum sucesso. A sorte mudou quando uma das fitas caiu na mão do DJ John Peel. Apaixonado pelo que ouvia, Peel começou a tocar as músicas incessantemente chamando a atenção da gravadora Rough Trade, que os contratou. capa do compacto Alternative Ulster enquanto isso, um fanzine de Belfast pediu que escrevessem uma canção especialmente para o flexi-disc que iriam lançar. O flexi acabou não saindo, mas "Alternative Ulster" (nome do mesmo zine) acabaria sendo o grande clássico do grupo e seria o primeiro compacto lançado pela Rough Trade, em outubro de 1978.... O compacto acabou trazendo uma rivalidade de outra famosa banda norte-irlandesa, The Undertones, que acusou o Fingers de fazer sensacionalismo com os conflitos na Irlanda do Norte. Começava uma rivalidade que atravessaria décadas... Durante o lançamento, o Fingers saiu em turnê abrindo os shows de Tom Robinson Band e em 1979 lançam o clássico LP Inflammable Material. O grupo resolveu agora com o ex-baixista do The Jam, Bruce Foxton. Em 1991 lançam Flag and Emblems. Em 1994, lançam Get A Life, e ganham destaque ao serem citados como pais da nova geração punk que começa aparecer liderados por Rancid. A banda continua na ativa e conquistando novos fãs.
Histórico do Stiff Little Fingers
(1977)
Jake Burns - vocal, guitarra Henry Cluney - guitarra, vocal Brian Falloon - bateria Gordon Blair - baixo
(1977-1979)
Jake Burns - vocal, guitarra Henry Cluney - guitarra, vocal Ali McMordie - baixo, vocal Brian Falloon - bateria
(1979-1981)
Jake Burns - vocal, guitarra Henry Cluney - guitarra, vocal Ali McMordie - baixo, vocal Jim Reilly - bateria
(1981-1982)
Jake Burns - vocal, guitarra Henry Cluney - guitarra, vocal Ali McMordie - baixo, vocal Dolphin Taylor - bateria, vocal
(1982-1987)
A banda se dividiu.
(1987-1991)
Jake Burns - vocal, guitarra Henry Cluney - guitarra, vocal Ali McMordie - baixo, vocal Dolphin Taylor - bateria, vocal
(1991-1993)
Jake Burns - vocal, guitarra Henry Cluney - guitarra, vocal Bruce Foxton - baixo, vocal Dolphin Taylor - bateria, vocal
(1993-1996)
Jake Burns - vocal, guitarra Bruce Foxton - baixo, vocal Dolphin Taylor - bateria, vocal Dave Sharp - guitarra (ao vivo apenas, não era um membro oficial da banda) Ian McCallum - guitarra (ao vivo apenas, não era um membro oficial da banda)
(1996-1998)
Jake Burns - vocals, guitarra Bruce Foxton - baixo, vocal Steve Grantley - bateria, vocal Dave Sharp - guitarra (ao vivo apenas, não era um membro oficial da banda) Ian McCallum - guitarra (ao vivo apenas, não era um membro oficial da banda)
(1998-2006)
Jake Burns - vocal, guitarra Ian McCallum - guitarra, vocal Bruce Foxton - baixo, vocal Steve Grantley - bateria, vocal
(2006-presente)
Jake Burns - vocal, guitarra Ian McCallum - guitarra, vocal Ali McMordie - baixo, vocal Steve Grantley - bateria, vocal
Wild Cherry foi uma banda norte-americana de funk e rock. O grupo é mais conhecido pelo grande sucesso da canção "Play That Funky Music", de 1976. O futuro guitarrista e vocalista do Wild Cherry, Rob Parissi fundou a banda em 1970, na cidade de Steubenville, Ohio. O nome do grupo foi inspirado na fragrância de pastilhas para tosse (quando Rob se recuperava em uma breve passagem hospitalar). Influenciada por grupos com The Yardbirds e Sly & the Family Stone, o grupo se apresentava nas proximidades de Pittsburgh, Pensilvânia. Inicialmente, a banda assinou um contrato com a gravadora Brown Bag. Sem jamais lançar álbuns pelo selo, Rob rescindiu o contrato em 1975 e reformulou a banda. Já em uma época dominada pela disco music, o Wild Cherry lançou o single "Play That Funky Music", que chamou a atenção da Epic Records. A canção se tornou um grande sucesso comercial e atingiu o topo das paradas R&B e pop da Billboard. Mas a sorte do Wild Cherry terminou em 1977, com o lançamento do álbum Electrified Funk, que não produziu hits, assim como os LPs seguintes I Love My Music 1978 e Only the Wild Survive 1979. Com os seguidos fracassos, a banda se desfez no começo da década de 1980.
Discografia
Wild Cherry (1976) Electrified Funk (1977) I Love My Music (1978) Only the Wild Survive (1979)
Os King Crimson são um grupo musical inglês formado pelo guitarrista Robert Fripp e pelo baterista Michael Giles em 1969. O estilo musical da banda costuma ser categorizado como rock progressivo, mas a sua sonoridade carrega vários estilos, como jazz, música erudita, new wave, heavy metal e folk.
Uma parte considerável da história dos Crimson consiste nas várias mudanças que foram ocorrendo na banda ao longo dos anos, sendo Robert Fripp o único elemento consistente do grupo, embora ele diga que não se considera o líder, e que para ele os King Crimson são “uma forma de fazer coisas,e a consistência musical que tem persistido ao longo da história da banda, apesar da rotação dos seus membros, demonstra bem este ponto de vista.
Robert Fripp e Michael Giles começaram a discutir a formação da banda em Novembro de 1968, pouco antes da separação de Giles, Giles and Fripp uma banda que teve uma duração efémera e sem sucesso. Os primeiros músicos que se lhes juntaram foram: o vocalista e guitarrista Greg Lake, para tocar baixo, o poeta e letrista Peter Sinfield e o compositor Ian McDonald, sendo esta a primeira encarnação dos King Crimson. O nome da banda King Crimson, "o Rei Escarlate", significa e representa o Sol.
Em Janeiro de 1969 o grupo ensaiou pela primeira vez. Em Julho daquele ano, a banda se apresentou no famoso show gratuito no Hyde Park em Londres organizado pelos Rolling Stones. No decorrer desse ano foi editado o primeiro álbum, In The Court of the Crimson King. A sonoridade do disco de estréia trazia vários elementos pouco ortodoxos para o rock naquele tempo, incluindo a influência de música erudita e jazz. As novidades tornaram-no um marco no sub-gênero do rock que na época ainda estava em estágio embrionário: o rock progressivo.
O grupo fez uma turné pela Inglaterra e mais tarde pelos Estados Unidos tocando ao lado de muitos grupos contemporâneos entre os quais: Iron Butterfly, Janis Joplin, Rolling Stones e Fleetwood Mac. A banda começava a fazer um sucesso moderado, mas tensões e divergências musicais chegaram a um limite, a ponto de McDonald e Giles sairem do grupo em Dezembro de 1969; McDonald formou os Foreigner e Giles seguiu carreira solo.
1970 - 1972
O trio restante, Fripp, Sinfield e Lake continuaram mais uns tempos, editando o single Cat Food/Groon em Março de 1970. Paralelamente criavam material para aquele que seria o segundo álbum do grupo, In the Wake of Poseidon, mantendo a mesma linha do disco de estréia, mas com impacto comercial bem inferior. Mel Collins (instrumentos de sopro) e Peter Giles (baixo) tocam em várias faixas do álbum. Fripp pretendia reformular a banda, mas Greg Lake já vinha demonstrado interesse em deixar o grupo há algum tempo, e enfim o fez em abril, formando o Emerson Lake & Palmer.
O King Crimson ficou sem vocalista até à chegada de Gordon Haskell, que também assumiu o cargo de baixista; Andy McCullouch tomou conta da bateria para a gravação do terceiro álbum intitulado Lizard, onde Jon Anderson dos Yes canta numa faixa. O som deste disco mostrou-se mais elaborado e pomposo, e mais uma vez o sucesso foi baixo. Imediatamente a seguir à saída do álbum, Haskell e McCulloch abandonam o grupo, deixando Fripp numa posição inviável, visto não ter vocalista, baixista ou baterista.
Após a realização de audições, Fripp escolheu o baterista Ian Wallace e o vocalista Boz Burrell, e após ter ouvido dezenas de baixistas, decidiu que era mais fácil ensinar Burrell a tocar baixo. A meio da digressão que entretanto tinham começado, foi editado o álbum Islands em 1971, fracasso de crítica e público.
À medida que as letras de Peter Sinfield tornam-se mais complexas, discussões entre ele e Fripp tornam-se freqüentes, o que leva a saída do letrista. Os membros restantes saem em uma turnê com o intuito de desmantelar a banda depois disso. Gravações dessa digressão são mais tarde editadas por Fripp no álbum Earthbound.
1972 - 1974
Após a digressão, Fripp volta a procurar novos músicos. O primeiro é o percussionista Jamie Muir, que já há bastante tempo Fripp considerava como um possível reforço. De seguida junta-se o vocalista e baixista John Wetton, que Fripp já conhecia desde a universidade, tendo chegado mesmo a ser hipótese (não concretizada) para a primeira formação da banda, e agora que os Crimson estavam a começar do princípio outra vez, a oportunidade era excelente. Bill Bruford dos Yes foi o próximo a entrar, uma opção considerada pobre por muita gente, já que Bruford deixava uma banda com enorme potencial comercial para entrar em um grupo com um enorme histórico de instabilidade, mas Bruford estava mais interessado na busca artística que os Crimson lhe podiam proporcionar. Finalmente entrou David Cross (violino, viola e mellotron), que foi escolhido para dar um novo som à banda. Os ensaios começaram nos fins de 1972 e Lark’s Tongues in Aspic foi editado no princípio do ano seguinte, e o grupo passou o resto do ano de 1973 em digressão pelo Reino Unido, Europa e America.
Esta fase dos King Crimson mostrou algo em comum com o nascimento do heavy metal. A guitarra de Fripp tocava mais alto e mais agressivamente, juntamente com uma bateria mais propulsiva de Bruford e uma baixo mais poderoso de Wetton. Também era marcante a presença de diversos experimentos, e uma grande quantidade de improvisações em apresentações ao vivo.
Tendo dificuldades em se habituar com a rotina de turnês, Jamie Muir sai em princípios de 1973 e durante a longa digressão que se seguiu os restantes membros começaram a juntar material para o álbum seguinte, Starless and Bible Black. Este álbum saiu no princípio de 1974 e era composto principalmente por composições (algumas improvisadas) executadas ao vivo na última digressão, com apenas duas faixas (The Great Deceiver e Lament) e parte de uma outra (The Night Watch) a serem gravadas em estúdio, facto que enfatiza a apetência do Crimson pelo palco. Fripp nunca achou que gravações de qualquer espécie fossem adequadas para capturar a atmosfera e energia de um espectáculo ao vivo. Outro álbum ao vivo saiu pouco depois, USA.
De acordo com os integrantes, na medida em que o som da banda começava a se tornar mais pesado e potente o violino de David Cross começava a perder espaço. Cross decidiu sair após contibuir em algumas sessões para o próximo disco, Red, que também contava com a presença de Ian McDonald como músico contratado.
Red contava com menos improvisos em relação ao anterior, dando maior destaque para composições mais trabalhadas. O disco obteve grande sucesso de critica, e até é um dos grandes clássicos da banda. Fez também algum sucesso comercial, mas mais uma vez problemas internos fizeram a banda se desmanchar. Fripp inclusive declarou que o King Crimson "deixara de existir". Aparentemente não restaram mágoas, visto que os músicos dessa formação, inclusive David Cross, fizeram trabalhos em conjunto posteriormente.
1981 - 1984
Fripp passou uma temporada em um conservatório musical e posteriormente trabalhou com vários músicos, como David Bowie, Daryl Hall e Peter Gabriel. Em 1981, Fripp e Bruford começaram a considerar formar um novo grupo, que se chamaria Discipline. Os dois passaram algum tempo à procura de um baixista, mas sentiram alguma dificuldade em encontrar um bom, até que surgiu Tony Levin. Levin era bastante conhecido como músico de estúdio de John Lennon, Yoko Ono e Peter Gabriel, entre outros. Como frontman, Fripp chamou o guitarrista e vocalista Adrian Belew, que andava em digressão com os Talking Heads. Era a primeira vez que Fripp admitia outro guitarrista na mesma banda, sendo por isso clara a intenção de Fripp criar um som completamente diferente dos King Crimson. Belew sentiu-se lisonjeado e juntou-se ao grupo assim que terminou a digressão com os Talking Heads.
Durante os ensaios e início das gravações, Fripp começou a suspeitar que esta nova banda era na verdade os King Crimson, apesar da sua decisão de chamá-lo Discipline. Os outros integrantes concordaram e os King Crimson renasceram. O grupo editou uma trilogia de álbuns; Discipline, Beat e Three of a Perfect Pair. Belew foi o responsável pela vocalização, bem como pela quase totalidade das letras dos três álbuns, que terminou com o conceito de que os instrumentais eram sempre em maior número que as músicas com letra.
Esta versão dos Crimson criou alguma semelhança com a new wave, talvez devido ao envolvimento de Belew com os Talking Heads, considerados por muitos como os pais do género.
Depois do lançamento de Three of a Perfect Pair, a banda separou-se amistosamente durante alguns anos. Fripp entrou em conflitos legais com o seu empresário, ocupando-lhe esta situação bastante do seu tempo, mas resultando na criação da Discipline Global Mobile, através da qual emergiram vários projectos paralelos.
1994 em diante
Em 1994 os King Crimson retornaram como um sexteto, juntando mais dois elementos à formação de 1981. Fripp e Belew continuaram nas guitarras e Levin tocou baixo e chapman stick. Trey Gunn juntou-se à banda e tocava um instrumento chamado Warrguitar, (que era similar ao Chapman stick); a Bill Bruford, juntou-se outro percussionista, Pat Mastelotto. Este “duplo trio” lançou inicialmente o EP VROOM, em 1994, seguido pelos álbuns THRAK em 1995 e THRaKaTTaK em 1996, este último sendo uma coletânea de material ao vivo improvisado. Este novo som dos Crimson era qualquer coisa como a mistura da era Discipline, aliado ao experimentalismo e as guitarras heavy da fase 1972 - 1974. A complexidade dessa nova sonoridade, aliada aos levados custos de manutenção de um sexteto, fizeram com que os Crimson se voltassem a separar.
Nos fins dos anos 90 a Discipline Global Mobile editou não só álbuns dos King Crimson, mas também de muitos projectos paralelos dos Crimson. A banda se fractalizou (uma fraKctalisation, segundo Fripp) em mini-grupos, os ProjeKcts One, Two, Three e Four. Os ProjeKcts editaram vários álbuns demonstrando a improvisação livre e sem fios que os seus membros eram capazes de produzir.
A DGM também editou música dos “Rosenborgs” e de outros artista relacionados com os King Crimson. Estes artista eram encorajados a manter diários online, agora comumente chamados de blogs. Em 1998 a DGM criou o King Crimson Collector’s Club (KCCC), uma subscrição que lançava uma gravação de um show ao vivo de várias eras da banda, periodicamente de dois em dois meses.
Depois de completada a tarefa de ProjeKts, Bruford saiu da banda para se dedicar a projetos particulares direcionados ao Jazz. Fripp estava com o intuito de desmanchar o formato duplo-trio, acreditando que o fato de dois músicos executarem a mesma tarefa facilitava o trabalho, acabando com a necessidade do músico dar tudo de si. Então, Levin passou a membro inativo da banda, até quando avisasse o contrário; assim, a próxima formação da banda seria: Belew, Fripp, Gunn, e Mastelotto. A primeira gravação em estúdio foi The ConstruKction of Light (2000), acompanhada por outro álbum, Heaven and Earth, que foi lançado com o nome ProjeKct X. Heaven and Earth foi editado ao mesmo tempo por Mastelotto, a partir de material gravado durante os ensaios e gravações dessa época.
A banda prosseguia com uma sonoridade similar à da época de THRAK, incorporando alguns elementos mais modernos.
Tendo perdido muito dinheiro em 2000 e 2001, a DGM pôs de parte os blogs, e voltou-se principalmente para os King Crimson. A uma longa digressão de The ConstruKction of Light seguiu-se uma outra em que faziam a primeira parte dos concertos dos Tool (banda de metal progressivo que dizia sofrer grande influência do Crimson) e a digressão Level Five que serviu para escrever e ensaiar músicas para o novo álbum, The Power to Believe, que foi editado em 2003 e sobre o qual realizara mais uma digressão.
Em novembro de 2003, Trey Gunn anunciou o seu abandono da banda; Fripp e Levin revelaram que Levin asseguraria o lugar de baixista, outra vez e entraram em estúdio para realizar mais um álbum em abril de 2004. A formação actual do grupo consiste de: Adrian Belew, Robert Fripp, Tony Levin e Pat Mastelotto.
Em uma entrevista em 2005, Belew revelou que a banda estava em um hiato, com planos de retornar retornar ao estúdio em Setembro de 2007, mas Fripp e Belew haviam se encontrado no StudioBelew em Fevereiro de 2006 e compuseram material. Fripp se referiu a essa colaboração como ProjeKct Six, com a intenção de fazer algumas turnês na América no final do ano. No diário online de Fripp, foi mencionado que o ProjeKct Five iria fazer um show de estréia no Mercy Lounge em Nashville em 26 de Julho. Aparentemente, isto foi um engano, visto que o ProjeKct Six estava planejado para esta data. A apresentação do ProjeKct Six, no entanto, foi cancelada devido ao falecimento de Ken Latchney, engenheiro de som de Adrian Belew. No outono de 2006, o ProjeKct Six fez uma turnê abrindo para o Porcupine Tree.
Em agosto de 2008, o King Crimson voltou a se apresentar, abrindo a tournée em Nashville, com a participação do baterista Gavin Harrison em dupla com Pat Mastelotto. A tournée também marca a comemoração dos 40 anos da banda.
O ex-membro Boz Burrell faleceu em 21 de Setembro de 2006, após um ataque cardíaco. Cinco meses e um dia depois, outro ex-membro viria a falecer: Ian Wallace, de câncer de esofâgo, em 22 de Fevereiro de 2007.
Chaka Khan (Chicago, 23 de março de 1953) é o pseudônimo da cantora norte-americana Yvette Marie Stevens. Khan chamou atenção do mundo da música pela primeira vez como cantora, na banda funk Rufus, em meados dos anos 70. Com a ajuda de Stevie Wonder, despontou nas paradas de sucesso pop e R&B em 1974, com a canção "Tell Me Something Good". Em 1978 teve grande sucesso interpretando "I'm Every Woman", canção disco composta pela dupla Ashford & Simpson. Outras músicas de sucesso incluem "Do you love what you feel" (1979) e "Feel for you" (1984). A carreira de Chaka Khan tem sido irregular em termos de vendagem de discos, porém ela tem continuado a gravar, e sua marca como ícone da música negra norte-americana, especialmente do soul, é indiscutível. Sua versatilidade inclui ainda trabalhos nos gêneros disco', hip hop, jazz, R&B e funk.
Triumph é uma banda de rock/heavy metal do Canadá, que fez sucesso de meados da década de 1970 até o final dos anos 80. A banda começou sua carreira fazendo pequenos shows e apresentações em sua cidade natal, Toronto. Foi formada por Gil Moore, baterista e vocalista, Mike Levine, baixista e tecladista, e pelo famoso Rik Emmett, guitarrista, violonista, vocalista e compositor, que se conheceram em 1975.
O power trio, formado em 1975, frequentemente comparado ao também canadense Rush por seu estilo musical, começou tocando um hard rock muito particular, musicalmente bem estruturado, ao mesmo tempo em que deixava de lado os álbuns conceituais (em “moda” na época) e o experimentalismo. A banda é considerada um dos pilares do heavy metal, mas os próprios integrantes rejeitam essa denominação. Certa vez, Gil Moore definiu o som da banda como um misto de Emerson Lake & Palmer com The Who. No entanto, as composições de Emmett, um eclético por natureza, mostraram uma banda tocando músicas cada vez mais próximas do rock progressivo. Além disso, cada álbum do Triumph trazia uma faixa solo de violão, frequentemente um “destaque” no meio de outras músicas mais pesadas e algumas baladas. Uma vantagem do baterista Gil Moore era a sua capacidade de cantar e tocar bateria ao mesmo tempo, o que ocorreu em muitas faixas, como em "When the Lights Go Down" e "Allied Forces", por exemplo, apesar de sua técnica vocal nunca ter atingido um patamar muito elevado. Já Mike Levine, além de seus arranjos no teclado, foi importante para a banda por ter produzido os primeiros álbuns da banda e ser uma espécie de organizador das apresentações.
Discografia
1976 - In the Beginning 1977 - Rock and Roll Machine 1979 - Just a Game 1980 - Progressions of Power 1981 - Allied Forces 1981 - King Biscuit Flower Hour 1983 - Never Surrender 1984 - Thunder Seven 1986 - Rock and Roll Machine 1986 - The Sport of Kings 1987 - Classics 1987 - Surveillance 1988 - Stages 1992 - Edge of Excess 1995 - In the Beginning
The Doobie Brothers é uma banda estado-unidense de rock and roll formada em 1970 por Johnston, John Hartman e o baixista Greg Murph, logo substituído por Dave Shogren, todos da Califórnia. No ano seguinte lançaram o primeiro LP, já transformado em quinteto (com Trian Porter e o percussionista Mike Hossack) e chamando-se Doobie Brothers. O som que faziam era um country rock, com leve tendência para o gospel e com utilização de instrumentos de sopro. Em 1972, o LP Tolouse Street (que trazia o sucesso "Listen To The Music") ganhou o primeiro disco de ouro, que seria uma constante na carreira do conjunto daí em diante. Em 1974, uniu-se ao grupo o guitarrista Jeff Baxter e, posteriormente, o tecladista Michael McDonald, que acrescentou ao estilo musical da banda elementos da música soul. Em 1978, ganharam quatro prêmios Grammy. Mas, no ano seguinte, John Hartman, um dos fundadores do Doobie Brothers, abandonou o grupo, assim como o guitarrista Jeff Baxter. A partir do LP One Step Closer, de 1980, a formação incluía: Pat Simmons (guitarra e vocais), Tiran Porter (baixo), Keith Knudsen (bateria), Michael McDonald (teclados), John McFee (guitarra e vocais), Cornelius Bumpus (saxofone, órgão e vocais) e Chet McCraken (bateria e percussão). Em 1982 foi anunciada a dissolução do grupo. O cantor, compositor e guitarrista Tom Johnston e o baterista John Hartman formaram o núcleo do que viria a chamar-se The Doobie Brothers. Juntamente com Skip Spencer, eles experimentaram diversos estilos e realizaram algumas apresentações ao redor de San José, Califórnia. Em 1970, o baixista Dave Shogren entra para o grupo, bem como o cantor, compositor e guitarrista Pat Simmons. Os Doobie Brothers começaram a atuar no norte da Califórnia e depois de alguns concertos conseguiram um contrato com a Warner Brothers. O álbum de estréia saiu em 1971 e era uma mistura de folk com country. O primeiro compacto foi a faixa "Nobody". O segundo álbum, Toulouse Street de 1972, trouxe o seu primeiro grande sucesso, "Listen To The Music". O disco tinha um pouco de R&B, bluegrass e hard rock. Em 1973, o disco The Captain and Me teve outros grandes sucessos como a faixa "Long Train Runnin'". A canção "Black Water", composta por Simmon para o disco What Were Once Vices Are Now Habits de 1974, alcançou o primeiro lugar na Billboard. Stampede, lançado no ano seguinte, foi o último álbum de estilo country rock do Doobie Brothers neste período. Na turnê do disco Stampede em 1975, Johnston deixou a banda por causa de problemas de saúde. Jeff "Skunk" Baxter, que entrou um ano antes, sugeriu o tecladista Michael McDonald que mudou a cara do Doobie Brothers. No primeiro disco com o Michael, Takin' It to the Streets de 1976, as canções "Keeps You Runnin’" e a faixa-título, compostas por ele, alcançaram um grande sucesso. O disco era uma mistura de soul, jazz e rock. Johnston saiu da banda depois das gravações do disco Livin' on the Fault Line de 1977. Depois de quase uma década na estrada e com sete álbuns lançados, os Doobie Brothers alcançaram seu maior sucesso com o disco Minute by Minute de 1978, que ficou cinco semanas no topo da Billboard. A canção "What A Fool Believes", composta por Michael Mcdonald e Kenny Loggins, ganhou o Grammy de melhor música e gravação do ano e foi tema da trilha sonora internacional da novela global Feijão Maravilha, de 1979. Em 1979, Hartman foi substituído pelo baterista Chet McCracken e Baxter pelo ótimo guitarrista John McFee. O álbum One Step Closer foi lançado em 1980. Em 1982 Doobie Brothers se dissolveu, mas ainda foi lançado o disco ao vivo Farewell Tour que tem participação de Johnston. Os Doobies pararam durante cinco anos; tocando, somente, em momentos especiais. Knudsen e McFee formaram o Southern Pacific com o baixista Stu Cook do Creedence Clearwater Revival. McDonald partiu para uma bem sucedida carreira solo. O retorno dos Doobie Brothers aconteceu em 1989, com o lançamento do disco Cycles pelo selo Capitol Records, que teve uma participação de McDonald na faixa "One Step Closer". As canções estavam novamente country rock. O sucesso de Cycles motivou o lançamento em 1991 do álbum Brotherhood, também pela Capitol. Em 1995, Os Doobies juntaram com McDonald para uma excursão com o Steve Miller Band. No ano seguinte, o álbum duplo e ao vivo, Rockin' Down the Highway: The Wildlife Concert, teve três canções de McDonald, e Baxter também participou durante os concertos que originou o disco. Ainda no mesmo ano, os Doobies foram eleitos para o Hall da Fama do Rock and Roll. Em 2000 foi lançado o álbum Sibling Rivalry, depois de nove anos sem gravações de estúdio. O material teve contribuições significantes de Knudsen e McFee e variou de hard rock, hip-hop e jazz, mas não alcançou um grande sucesso. O último trabalho dos Doobie Brothers é o álbum Live at Wolf Trap de um concerto na Virgínia.
O Roxy Music é uma banda de art rock do Reino Unido fundada em Londres no início dos anos 1970 por Bryan Ferry (vocal e teclado), graduado de escola de arte. Manteve-se até 1983, e reuniu-se para uma turnê em 2001, posteriormente anunciando que um novo álbum seria gravado em 2005-2006. O nome da banda é uma referência a títulos de antigos cinemas e salas de dança, um trocadilho com a palavra rock. Ferry primeiramente denominou a banda como Roxy, mas ao tomar conhecimento de outra banda dos Estados Unidos com o mesmo nome modificou para o nome atual. O uso de temas nostálgicos e contemporâneos (ou ainda futuristas) era uma das marcas da banda, particularmente no início. O grupo é conhecido pela combinação de experimentalismo e sofisticação, pelo lirísmo contido nas letras, temas instrumentais virtuosos e produção visual exuberante. O Roxy Music foi uma influência significativa para o início do movimento punk, fornecendo um modelo para novos grupo da New Wave e grupos eletrônicos do início dos anos 80. Bryan Ferry e Brian Eno também tiveram bastante êxito em suas carreiras solo.
1971 - 1983: a primeira fase
Entre 1970 e 1971, o professor de cerâmica Bryan Ferry ofereceu-se a colaborar com um tecladista e Graham Simpson, um baixista que ele conheceu através da banda da escola de arte, The Gas Board. Andy MacKay aceitou o convite, não com o teclado mas sim com o saxofone e o oboé. Andy conheceu Brian Eno durante a universidade, tendo em comum o interesse pela música electrónica. Encontraram-se novamente algum tempo depois, e Andy convenceu Brian a participar na banda como um técnico de som. Logo depois Eno tornou-se membro da banda. O baterista Paul Thompson uniu-se à banda em junho de 1971, assim como o guitarrista Phil Manzanera. Após gravarem o primeiro álbum, Roxy Music, Simpson foi retirado da banda, sendo substituído por Rik Kenton. Eno deixou a banda após o segundo álbum, For Your Pleasure, entre as discussões com Ferry em relação a direcção musical do grupo. Ele foi substituído por Eddie Jobson, que já havia sido membro da banda de rock progressivo Curved Air, e também tocava violino. Rik Kenton deixou a banda logo após Virginia Plain, sendo substituído pelo baixista John Porter em For Your Pleasure, e por John Gustafson pelos próximos três álbuns. Apesar disso nenhum desses três músicos era considerado membro permanente da banda. Apesar de alguns fãs terem lamentado a perda da atitudade experimental que Eno proporcionava à banda, Jobson, que possuia grandes influências da música erudita, revigorou o grupo com sua experiência no teclado, liberando Ferry da tarefa, e também proporcionando um melhor refinamento das gravações do grupo. A sua experiência com o violino deu nova dimensão ao grupo, como mostra a canção Out of the Blue. Eno posteriormente citou a qualidade dos dois álbuns lançados depois de sua saída da banda, Stranded (1973) e Country Life (1974). São considerados os mais originais e consistentes álbuns de rock britânicos desse período. Os outros membros da banda, Mackay (influenciado pela música erudita), Manzanera (experiente no rock progressivo) e Thompson também compartilharam na época de Eno as suas preocupações com o domínio de Ferry sobre a banda, mas preferiram permanecer no grupo. Gradualmente as suas participações nas produções da banda foram aumentando, apesar do fato de apenas um single do Roxy Music, Jealous Guy, não ter tido a participação de Ferry na criação. A canção excepção, que se tornou o único hit da banda a alcançar o topo das paradas, era um tributo a John Lennon logo após a sua morte. Manzanera e Mackay iniciaram projetos solo, ambos com a presença de Thompson na bateria. Manzanera também tocou guitarra em várias gravações solo de Eno durante meados da década de 1970. Phil e Andy, junto com Thompson e Jobson, também participaram em várioas gravações a solo de Ferry, e Manzanera regularmente tocava nas turnês a solo de Ferry. A carreira a solo de Ferry começou em 1973, ainda enquanto participava como membro dos Roxy Music. Estreou-se com o álbum These Foolish Things, que consistia em covers, parte da influência musical de Ferry. No mesmo ano o álbum de David Bowie Pin Ups utilizou a mesma forma, também aplicada por Ringo Starr em 1970 com Sentimental Journey. O quinto álbum da banda, Siren, continha o único hit nas paradas dos Estados Unidos que a banda conseguiu, Love is the drug. Ferry citou que a música surgiu enquanto ele chutava folhas enquanto caminhava no Hyde Park (Londres). Nessa época Ferry mantinha relacionamento com a supermodelo estaduniense Jerry Hall (que posteriormente casou com Mick Jagger). Hall teve grande impacto na música e imagem da banda, servindo como inspiração em várias músicas, como Prairie Rose (de Country Life), também aparecendo na capa de Siren e no videoclipe de Let's Stick Together, trabalho a solo de Ferry de 1976. Posteriomente à turnê de Siren em 1976, os Roxy Music terminaram temporariamente. Durante o período, Ferry lançou dois álbuns com a participação de Manzanera e Thompson. Manzenera também participou no álbum de Eno 801 Live . A banda reuniu-se em 1978 para gravar um novo álbum, Manifesto, mas com nova formação. Jobson e Gustafson não estavam mais presentes. Após a turnê do álbum e antes da gravação de mais um álbum, Flesh + Blood, Thompson deixou a banda temporariamente por ter quebrado o polegar em um acidente de motocicleta. Posteriormente ele deixou a banda permanentemente. Os três membros remanescentes da banda tiveram convidados especiais durante alguns anos, como Andy Newmark, Neil Hubbard e Alan Spenner. A mudança da formação mudou também a música do grupo, dando um ar mais suave à banda, culminando no seu oitavo e último álbum, Avalon (1982). O trio realizou turnê até 1983, quando Bryan Ferry dissolveu a banda e se dedicou exclusivamente a sua carreira solo.
1983 - 2001: trabalho solo
Depois do fim da banda, Mackay, Manzanera e Ferry lançaram álbuns sole. A carreira solo de Ferry continuou, contando com a participação constante de Newmark nas gravações e turnês. thompson trabalhou em sessões de bateria com vários artistas, incluindo bandas como The Angelic Upstarts em seu álbum Reason Why (1983) e Gary Moore em sua turnê de 1985 Emerald Aisles Live In Ireland. Em 1984, Manzanera e Mackay se reuniram com o vocalista James Wraith para formar o The Explorers. Assinando com a Virgin Records, a banda lançou o álbum autoentitulado com vários singles como Venus de Milo e Falling for Nightlife. A gravadora terminou o contrato com a banda durante a gravação do segundo álbum, que em 1990 acabou sendo lançado com o nome Manzanera/Mackay. Em 1987, Manzanera se reuniu com o ex-baixista do Roxy Music e King Crimson John Wetton para a gravação do LP Weeton/Manzanera.
A partir de 2001: a reunião
Ferry, Manzanera, Mackay e Thompson se reuniram em 2001 para turnês por alguns anos. Ausente da banda, Brian Eno criticou os motivos para a reunião da banda. Em março de 2005 foi anunciado na página oficial de Phil Manzanera que a banda, incluindo Brian Eno, havia decidido gravar um álbum com inéditas, o primeiro desde Avalon (1982). O projeto marcaria a volta de Eno com o Roxy Music desde For You Pleasure (1973). Após vários boatos sobre a volta do Roxy Music, em 19 de maio de 2006 Eno revelou que contribuiu em duas canções do novo álbum, também tocando em outras faixas, mas que não participaria das turnês com a banda. O Roxy Music também retorno aos palcos com a apresentação em 2005 no Festival da Ilha de Wight, em 11 de junho de 2005, seu primeiro concerto no Reino Unido desde a turnê mundial de 2001. Em 2 de julho de 2005 o Roxy Music tocou Jealous Guy e Love is the Drug na contribuição de Berlin no Live 8. A banda, sem Eno, está se apresentando novamente desde 2006.
Integrantes
Formação actual
Bryan Ferry - vocal, gaita e teclado (1972-1983, desde 2001) Phil Manzanera - guitarra (1972-1983, desde 2001) Andy Mackay - saxofone e oboé (1972-1983, desde 2001) Paul Thompson - bateria (1972-1980, desde 2001) Colin Good - teclado (desde 2001)
Membros antigos
Brian Eno - sintetizador (1971-1973) Eddie Jobson - sintetizador e violino (1973-1976) John Gustafson - baixo (1973-1976) John Wetton - baixo (1976-1977) Alan Spenner - baixo (1978-1983) Graham Simpson - baixo (1971-1972) Rik Kenton - baixo (1972-1973) John Porter - baixo (1973) Paul Carrack - teclado (1978-1980) Gary Tibbs - baixo (1978-1980) Andy Newmark - bateria (1980-1983)
Discografia
Álbuns de estúdio
Roxy Music (1972) For Your Pleasure (1973) Stranded (1973) Country Life (1974) Siren (1975) Manifesto (1979) Flesh + Blood (1980) Avalon (1982)
Álbuns ao vivo
Viva! Roxy Music (1976) The High Road (1983) Heart Still Beating (1990) Concert Classics (1998) Concerto (2001) Roxy Music Live (2003)
Compilações
Roxy Music Greatest Hits (1977) The First Seven Albums (1981) The Atlantic Years (1983) Street Life 20 Great Hits (1986) The Ultimate Collection (1988) More Than This (1995) The Thrill of It All (1995) The Early Years (2000) Slave To Love (2000) The Best of Roxy Music (2001)